{"id":1555,"date":"2012-01-24T00:22:29","date_gmt":"2012-01-24T00:22:29","guid":{"rendered":"http:\/\/www.errogrupo.com.br\/v4\/pt\/?p=1555"},"modified":"2012-03-25T16:54:33","modified_gmt":"2012-03-25T16:54:33","slug":"invencao-e-invasao","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/www.errogrupo.com.br\/v4\/pt\/2012\/01\/24\/invencao-e-invasao\/","title":{"rendered":"Inven\u00e7\u00e3o e invas\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p>O ERRO Grupo iniciou o ano de 2012 trabalhando intensamente na pesquisa, dramaturgia e prepara\u00e7\u00e3o para a sua nova obra que estreiar\u00e1 em julho desse ano. Enquanto o grupo prepara mais informa\u00e7\u00f5es sobre a obra, publicamos aqui o texto<\/p>\n<h2><a title=\"Link Permanente para ERRO GRUPO \u2013 UM TEATRO DE INVEN\u00c7\u00c3O E\u00a0INVAS\u00c3O\" rel=\"bookmark\" href=\"http:\/\/revistaosiris.wordpress.com\/2012\/01\/18\/erro-grupo-um-teatro-de-invencao-e-invasao\/\">ERRO GRUPO \u2013 UM TEATRO DE INVEN\u00c7\u00c3O E\u00a0INVAS\u00c3O<\/a><\/h2>\n<p>escrito por Marco Vasques e Rubens da Cunha (da <a href=\"http:\/\/revistaosiris.wordpress.com\/\" target=\"_blank\">Revista Os\u00edris<\/a>) que foi publicado no <a href=\"http:\/\/www.fcc.sc.gov.br\/index.php?mod=pagina&amp;id=5316\" target=\"_blank\">Jornal \u00d4 Catarina<\/a> n\u00famero 74 &#8211; 2011, sobre o grupo, seus conceitos e o trabalho Formas de Brincar.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.errogrupo.com.br\/v4\/pt\/wp-content\/uploads\/2012\/01\/erro_o_catarina_74_baixa_P\u00e1gina_1.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-large wp-image-1562\" title=\"erro_o_catarina_74_baixa_P\u00e1gina_1\" src=\"http:\/\/www.errogrupo.com.br\/v4\/pt\/wp-content\/uploads\/2012\/01\/erro_o_catarina_74_baixa_P\u00e1gina_1-822x1024.jpg\" alt=\"\" width=\"576\" height=\"717\" srcset=\"http:\/\/www.errogrupo.com.br\/v4\/pt\/wp-content\/uploads\/2012\/01\/erro_o_catarina_74_baixa_P\u00e1gina_1-822x1024.jpg 822w, http:\/\/www.errogrupo.com.br\/v4\/pt\/wp-content\/uploads\/2012\/01\/erro_o_catarina_74_baixa_P\u00e1gina_1-240x300.jpg 240w, http:\/\/www.errogrupo.com.br\/v4\/pt\/wp-content\/uploads\/2012\/01\/erro_o_catarina_74_baixa_P\u00e1gina_1.jpg 954w\" sizes=\"auto, (max-width: 576px) 100vw, 576px\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.errogrupo.com.br\/v4\/pt\/wp-content\/uploads\/2012\/01\/erro_o_catarina_74_baixa_P\u00e1gina_2.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-large wp-image-1563\" title=\"erro_o_catarina_74_baixa_P\u00e1gina_2\" src=\"http:\/\/www.errogrupo.com.br\/v4\/pt\/wp-content\/uploads\/2012\/01\/erro_o_catarina_74_baixa_P\u00e1gina_2-822x1024.jpg\" alt=\"\" width=\"576\" height=\"717\" srcset=\"http:\/\/www.errogrupo.com.br\/v4\/pt\/wp-content\/uploads\/2012\/01\/erro_o_catarina_74_baixa_P\u00e1gina_2-822x1024.jpg 822w, http:\/\/www.errogrupo.com.br\/v4\/pt\/wp-content\/uploads\/2012\/01\/erro_o_catarina_74_baixa_P\u00e1gina_2-240x300.jpg 240w, http:\/\/www.errogrupo.com.br\/v4\/pt\/wp-content\/uploads\/2012\/01\/erro_o_catarina_74_baixa_P\u00e1gina_2.jpg 954w\" sizes=\"auto, (max-width: 576px) 100vw, 576px\" \/><\/a><\/p>\n<p><strong>UM TEATRO DE INVAS\u00c3O<\/strong><strong> <\/strong><\/p>\n<p><strong>Interven\u00e7\u00f5es do Erro Grupo leem o espectador pelo toque e levam o estranhamento \u00e0s ruas<\/strong><\/p>\n<p><strong> <\/strong><strong>POR MARCO VASQUES E RUBENS DA CUNHA<\/strong><\/p>\n<p>O teatro feito para ser apresentado na  rua quase sempre tem o car\u00e1ter de divertir, de alegrar, de envolver o  passante atrav\u00e9s do <em>clown<\/em>, da burla, da f\u00e1bula. \u00c9 bom lembrar  que j\u00e1 no s\u00e9culo VI a.C. o m\u00edtico ator T\u00e9spis fazia apresenta\u00e7\u00f5es em um  carro, no meio do mercado de Atenas, o que equivale dizer que o teatro  nasceu na rua. Apesar de sua origem, a ideia principal de teatro  ligou-se a um lugar espec\u00edfico, uma grande constru\u00e7\u00e3o em que as pessoas  v\u00e3o para \u201cassistir\u201d ao teatro. Com o passar dos s\u00e9culos, a rua, o  \u201cdesconforto\u201d da rua, j\u00e1 n\u00e3o parecia ser mais digno do teatro.<\/p>\n<p>No livro \u201cEspa\u00e7o e teatro: do edif\u00edcio  teatral \u00e0 cidade como palco\u201d, organizado por Evelyn Furquim Werneck  Lima, o diretor Andr\u00e9 Carreira colabora com o ensaio \u201cTeatro de invas\u00e3o:  redefinindo a ordem da cidade\u201d, em que afirma que \u201ctradicionalmente o  teatro de rua aparece como um modo espetacular relacionado a uma vontade  de abandono do recinto teatral, que responderia ao desejo de levar o  teatro a um p\u00fablico sem acesso ao teatro. Isso implicaria tamb\u00e9m o  desejo de produzir um impacto sociopol\u00edtico direto, de tal forma que se  entrela\u00e7ariam a interpreta\u00e7\u00e3o cultural e as manifesta\u00e7\u00f5es culturais\u201d.  Dessa forma, a origem do teatro se torna uma esp\u00e9cie de ferramenta de  ruptura, de confronto com o <em>status quo<\/em>. O teatro de rua, para  al\u00e9m da condi\u00e7\u00e3o de submodalidade da cultura popular, \u00e9 algo complexo  que, segundo Carreira, \u00e9 uma esp\u00e9cie de fala da resist\u00eancia que ocupa o  espa\u00e7o urbano, uma busca de ressignifica\u00e7\u00f5es dos sentidos da rua e, com  isso, consegue interferir no sentido das cidades, na l\u00f3gica da cont\u00ednua  espetaculariza\u00e7\u00e3o da vida. Al\u00e9m disso, se se levar em considera\u00e7\u00e3o que  os ritos tribais\/m\u00edticos anteriores a T\u00e9spis est\u00e3o imbu\u00eddos da atitude  c\u00eanica, conforme Julia Kristeva, confirma-se o car\u00e1ter p\u00fablico e mundano  da arte teatral. \u00c9 bom alertar, ainda, que divertir e alegrar s\u00e3o  qualidades \u2014 de acordo com Brecht \u2014 e n\u00e3o defeitos, sobretudo quando  apresentam outras camadas de leituras.<\/p>\n<p>O Erro Grupo, de Florian\u00f3polis, tem como  base das suas pesquisas dos \u00faltimos dez anos justamente o teatro de rua e  a interven\u00e7\u00e3o no ambiente urbano. Muitos dos trabalhos tratam da morte  do esp\u00edrito l\u00fadico, da aus\u00eancia de espontaneidade, da mecaniza\u00e7\u00e3o das  a\u00e7\u00f5es, da petrifica\u00e7\u00e3o da carne, da coisifica\u00e7\u00e3o do homem, da  sexualidade, das disputas infundadas, da banaliza\u00e7\u00e3o do jogo e da  institucionaliza\u00e7\u00e3o dos sentidos.<\/p>\n<p>N\u00e3o precisamos chegar a fil\u00f3sofos como  Johann Huizinga, Jean Baudrillard e Michel Foucault, que norteiam o  trabalho do grupo, porque podemos passar antes pelos mitos gregos,  romanos e crist\u00e3os, Sade e Rimbaud. Sob essa \u00f3tica, os espet\u00e1culos do  Erro levam os transeuntes \u00e0 estupefa\u00e7\u00e3o, ao prazer e ao estranhamento,  porque leem os espectadores pelo toque, pela provoca\u00e7\u00e3o, pela  brincadeira, pela ranhura na pele e pelo convite \u00e0 an\u00e1lise (f\u00edsica e  ps\u00edquica) das a\u00e7\u00f5es que desencadeia no ambiente, na paisagem e nos  homens.<\/p>\n<p><strong>FAZER PARTE DO ESPANTO<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 do espanto plat\u00f4nico que vive o teatro  de ocupa\u00e7\u00e3o do Erro Grupo. O espanto de quem se identifica, de quem  percebe que a encena\u00e7\u00e3o n\u00e3o fala de ningu\u00e9m distante, mas do pr\u00f3prio  sujeito espectador. As hist\u00f3rias trazidas para as ruas s\u00e3o as pr\u00f3prias  hist\u00f3rias dos passantes que tomam parte na encena\u00e7\u00e3o porque pertencem \u00e0  cidade, \u00e0 comunidade. Dessa forma, o espanto faz com que o espectador  perceba que \u00e9 parte de uma hist\u00f3ria, ou parte da Hist\u00f3ria. O espanto que  o Erro provoca no espectador traz a marca do tempo. \u00c9 na \u00f3rbita do  desvio, nome de um dos espet\u00e1culos do grupo, do estranhamento, da  surpresa, da ocupa\u00e7\u00e3o\/ posse do ambiente, do deslocamento, da fratura e  da a\u00e7\u00e3o cr\u00edtica, pol\u00edtica e po\u00e9tica que as apresenta\u00e7\u00f5es do Erro Grupo  se situam. Elas transitam entre os conceitos de presen\u00e7a do ator,  conforme o pensamento de Richard Schechner e o teatro in\/vis\u00edvel de  Augusto Boal.<\/p>\n<p>\u00c9 na formula\u00e7\u00e3o do discurso que a teia  dessas a\u00e7\u00f5es reverbera. Entrar no jogo dos seus espet\u00e1culos \u00e9 vagar na  linha t\u00eanue entre o real e o ficcional. E \u00e9 aqui oportuno indicar o  filme \u201cNoviembre\u201d (Espanha, 2002), de Achero Ma\u00f1as, que apresenta a  hist\u00f3ria de um grupo de teatro de rua e desvela os seus procedimentos.  H\u00e1 muita rela\u00e7\u00e3o entre o filme e o teatro de ocupa\u00e7\u00e3o exercido pelo Erro  Grupo. \u201cA arte \u00e9 uma arma carregada de futuro\u201d, diz um dos personagens.  E \u00e9 assim que o grupo usa sua est\u00e9tica: como arma para o futuro. A  pr\u00e1tica do Erro prop\u00f5e o deslocamento do p\u00fablico, uma \u201cnavega\u00e7\u00e3o\u201d que \u00e9  muito favorecida pela possibilidade de escolha do lugar onde o  espectador pode ficar. O espa\u00e7o c\u00eanico \u00e9 constantemente modificado pelo  p\u00fablico, no vai e vem dos que est\u00e3o assistindo e daqueles que est\u00e3o  somente de passagem. Toda essa encena\u00e7\u00e3o em torno da encena\u00e7\u00e3o afeta a  percep\u00e7\u00e3o, o espanto, e \u00e9 sempre muito bem utilizada nas apresenta\u00e7\u00f5es  do Erro Grupo. Trata-se de um teatro descontaminado de teatro, contudo  teatralidade pura. \u00c9 um teatro de ironia refinada que ilumina sobre a  luz, como diz Di\u00f3genes.<\/p>\n<p><strong>RISCAR NO OUTRO A PARTE MAIS FEIA<\/strong><\/p>\n<p>Tr\u00eas mulheres, numa pra\u00e7a p\u00fablica, com  roupas que representam culturas distintas, se apresentam: elas fazem uma  esp\u00e9cie de exibi\u00e7\u00e3o das suas cren\u00e7as. N\u00e3o se toleram. Ao t\u00e9rmino da  exibi\u00e7\u00e3o, tiram suas roupas e entram numa luta corporal. Mas n\u00e3o \u00e9 uma  luta corporal qualquer, porque se agridem a partir dos s\u00edmbolos de suas  ra\u00edzes, se mutilam com\/pelo s\u00edmbolo. Ap\u00f3s a cena de viol\u00eancia e de  intoler\u00e2ncia, as tr\u00eas mulheres se dirigem ao p\u00fablico com l\u00e1pis nas m\u00e3os e  travam uma luta pela corre\u00e7\u00e3o do corpo. Sim! O pedido \u00e9 para que o  p\u00fablico v\u00e1 a alguma das atrizes-mulheres e risque a \u201cparte mais feia da  outra\u201d. No espet\u00e1culo \u201cFormas de brincar\u201d ocorre uma esp\u00e9cie de  julgamento e de sacrif\u00edcioem p\u00fablico. Enquantoisso, os atores Michel  Marques e Juarez Nunes brincam o jogo popular das Cinco Marias. Contudo,  o jogo, que tem na sua origem o aspecto puramente l\u00fadico, passa por uma  disputa monet\u00e1ria que interfere intertextualmente nas a\u00e7\u00f5es das  atrizes. O p\u00fablico \u00e9 tomado pelos m\u00faltiplos jogos ofertados. As atrizes  usam seus corpos e tomam de empr\u00e9stimo v\u00e1rios corpos de espectadores que  passam a fazer parte da cena, passam a atuar e saem da condi\u00e7\u00e3o  tradicional de passividade. E, em alguns momentos, o p\u00fablico se torna o  centro da a\u00e7\u00e3o c\u00eanica.<\/p>\n<p>\u201cFormas de brincar\u201d \u00e9 tomado de uma  ironia acerba e de um niilismo nietzschiano capazes de tatuar, para  sempre, um desconforto na vida-rotina de quem vive e entra em suas  perversidades brincantes. Numa sociedade em que tudo \u00e9 mensurado pela  mat\u00e9ria, pela posse, pelo poder, por t\u00edtulos e categoriza\u00e7\u00f5es, o  espet\u00e1culo apresenta, ao final, uma vota\u00e7\u00e3o p\u00fablica com intuito de  premiar a performance das atrizes. A vencedora receber\u00e1 um trof\u00e9u: a  caveira de um gado. \u00c9 na linguagem e na fala\/mito (Roland Barthes) que  reside a for\u00e7a conceitual do trabalho do Erro Grupo. Temos que entrar na  vida de \u201cFormas de brincar\u201d como se entra na leitura de \u201cO jogo da  amarelinha\u201d (1963), romance de Julio Cort\u00e1zar, isto \u00e9, olhar a  multiplica\u00e7\u00e3o\/fragmenta\u00e7\u00e3o de todos os todos. Desde os espet\u00e1culos \u201c\u00c0  margem\u201d (2001) e \u201cCarga viva\u201d (2002), estamos diante de um grupo de  experimentos radicais que coloca em quest\u00e3o n\u00e3o s\u00f3 a pasteuriza\u00e7\u00e3o  social, mas a pr\u00f3pria pr\u00e1tica do teatro. H\u00e1 nessa est\u00e9tica a minimiza\u00e7\u00e3o  de elementos tradicionais do teatro \u2014 dramaturgia, cen\u00e1rio, ilumina\u00e7\u00e3o \u2014  e uma apropria\u00e7\u00e3o dos espa\u00e7os urbanos: pra\u00e7as, pr\u00e9dios, ruas, casas. A  cidade \u00e9 envolvida organicamente na cena, a ponto de toda ela se tornar  cen\u00e1rio e a\u00e7\u00e3o teatralem si. Assimfoi com \u201cEnfim, um l\u00edder\u201d (2007),  \u201cDesvio\u201d (2008) e \u201cEscaparate\u201d (2009), espet\u00e1culos que, assim como  \u201cFormas de brincar\u201d (2010), prop\u00f5em uma vida teatral fora do discurso  das a\u00e7\u00f5es tradicionais, embrutecidas e coisificadas. Temos um teatro de  coragem, de enfrentamento e de desnudamento dos aspectos mais escrotos  da falsa sanidade que nos cerca. \u201cFormas de brincar\u201d \u00e9 brutal, terno e  capaz de incomodar at\u00e9 o mais obtuso dos homens que, seguramente, ser\u00e1  apanhado pela garganta.<\/p>\n<p>TEXTO PUBLICADO NO JORNAL \u00d4 CATARINA!, DA FCC, PRIMEIRA EDI\u00c7\u00c3O 2012<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&#8220;ERRO Grupo \u2013 um teatro de inven\u00e7\u00e3o e invas\u00e3o&#8221;, texto escrito por Marco Vasques e Rubens da Cunha (da Revista Os\u00edris) que foi publicado no Jornal \u00d4 Catarina n\u00famero 74 &#8211; 2011, sobre o ERRO, seus conceitos e o trabalho Formas de Brincar. <a href=\"http:\/\/www.errogrupo.com.br\/v4\/pt\/2012\/01\/24\/invencao-e-invasao\/\"><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[5],"tags":[],"class_list":["post-1555","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/www.errogrupo.com.br\/v4\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1555","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"http:\/\/www.errogrupo.com.br\/v4\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/www.errogrupo.com.br\/v4\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.errogrupo.com.br\/v4\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.errogrupo.com.br\/v4\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1555"}],"version-history":[{"count":11,"href":"http:\/\/www.errogrupo.com.br\/v4\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1555\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1776,"href":"http:\/\/www.errogrupo.com.br\/v4\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1555\/revisions\/1776"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/www.errogrupo.com.br\/v4\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1555"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/www.errogrupo.com.br\/v4\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1555"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/www.errogrupo.com.br\/v4\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1555"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}