Obra
Buzkashi
Buzkashi não é um espetáculo. É uma interferência organizada que se desenvolve no espaço/tempo de uma rua, na medida em que os elementos desta se justapõem, com os elementos propostos pela intervenção.
“O alimento do herói é e se faz em uma armadilha, se faz herói através de um jogo… Por onde surgem os heróis? Os heróis criam seu próprio domínio, também denominam seus inimigos, e por isso detém o mando do jogo, a palavra de ordem.”
“Um guerrilheiro pode andar até sete espaços, sem pagamento, isento de cartas de incidente e de barreiras criadas pelos espiões. Ele não pode ultrapassar outro líder.”
| XIII Festival Nacional de Teatro – Curitiba – PR Março de 2004 |
O elenco disputa um objeto, joga o jogo, e os performers realizam ações específicas, contínuas, reflexos. O texto são cruzamentos de pensamentos. As relações humanas cada vez mais se baseiam em interesses materiais, um incessante devir de objetos que afloram o único jogo. Da vida e da morte. Da festa e da guerra. Após sua estréia no 13o Festival de Teatro, Mostra Fringe, em Curitiba/PR março de 2004, seguida de apresentação na Mostra Palco Giratório do SESC em Florianópolis, Buzkashi participou do Projeto Palco Giratório SESC Nacional em outubro de 2004. Realizou apresentações em Salvador/BA e Macapá/AP e participou da Mostra Palco Giratório em Brasília/DF.
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| Atocha – 2004 Alai G. Diniz |
Ficha Técnica
Elenco ou Jogadores: Luana Raiter e Michel Marques
Performers ou Reflexos: Júlia Amaral, Ana Paula Cardozo, Priscila Zaccaron, Dayana Zdebsky, Pedro Bennaton e Luiz Henrique Martins
Música: Atocha 2004, de Alai Garcia Diniz
Dramaturgia: Pedro Bennaton e Luana Raiter
Direção de arte: Júlia Amaral, Luana Raiter e Priscila Zaccaron
Diretor: Pedro Bennaton

