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	<title>Erro Grupo</title>
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		<title>Escaparate’s Season</title>
		<link>http://www.errogrupo.com.br/v4/en/2011/03/14/temporada-de-escaparate/</link>
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		<pubDate>Mon, 14 Mar 2011 15:57:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pedrob</dc:creator>
				<category><![CDATA[Presentations]]></category>

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		<description><![CDATA[ERRO Grupo, through the project Manutenção do ERRO, starts the 6 presentations season of the work Escaparate, on the 14th, 15th, 16th, 17th, 18th e 21st of March, at 7pm on the corner of Felipe Schmidt Street with the Jerônimo Coelho Street at Florianópolis’ downtown. <a href="http://www.errogrupo.com.br/v4/en/2011/03/14/temporada-de-escaparate/"></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
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<p>O espetáculo de rua é gratuito faz parte do projeto Manutenção do ERRO, desenvolvido desde outubro de 2010 e com término em outubro de 2012. O projeto foi selecionado pelo Programa Petrobras Cultural e tem o patrocínio da Petrobras ao longo desse período (veja a sinopse de Escaparate e serviço logo abaixo). A temporada de Escaparate também integra a agenda de comemorações do aniversário da capital catarinense, em 23 de março, promovido pela PMF.</p>
<p>Escaparate, que estreou em 2008, utiliza o percurso pela arquitetura urbana e recursos multimídia para revelar como as relações amorosas são construídas em uma sociedade espetacular, cada vez mais virtual.  Buscando questionar o interno e o externo, a intimidade e a exposição. O trabalho busca criar uma atmosfera ambígua, onde o casal posto em cena é movido por desejos e por fantasias de um mundo feito para ser visto.</p>
<p>Essa exposição ocorre das mais variadas formas, como nas cenas projetadas na fachada de um prédio que revelam o que se passa à frente da lente de uma webcam, situada em uma lanhouse a metros do local, ou ao ator que constantemente se relaciona intermediado pelo seu celular. É possível traçar uma alusão à invasão da privacidade, também explorada por Michel Foucault, aqui, no entanto, consentida e desejada por aquele que tem sua imagem explorada. Mostrar-se, tornar-se plano, tornar-se imagem, desejos culminantes da sociedade do espetáculo.</p>
<p>Escaparate, agraciado pelo Prêmio Myriam Muniz de Teatro da FUNARTE patrocinado pela Petrobrás, teve temporada de estréia em dezembro de 2008, e, em 2009, se apresentou em Joinville, pelo Festival Catarinense de Teatro, fez temporada em Florianópolis, e em Curitiba, pelo Festival de Teatro.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
Apresentações: 14, 15, 16, 17, 18 e 21/03.<br />
Hora: 19 horas.<br />
Local: Na esquina da Rua Felipe Schmidt e Rua Jerônimo Coelho.<br />
Preço: Gratuito.</p>
<p><strong>Ficha Técnica</strong><br />
Dramaturgia: Luana Raiter e Pedro Bennaton<br />
Direção: Pedro Bennaton<br />
Elenco: Luana Raiter e Luiz Henrique Cudo<br />
Performers: Isaac Varzim, Paula Felitto, Michel Marques e Amanda Gartner<br />
Direção de arte: Luana Raiter<br />
Sonoplastia: Rodrigo Oliveira<br />
Cenoténica: Michel Marques<br />
Design Gráfico: Ana Paula Cardozo, Luana Raiter e Júlia Amaral<br />
Assessoria de Imprensa: Ana Letícia da Rosa<br />
Produção: ERRO Grupo<br />
Projeto Escaparate: ERRO Grupo e Associação Cultural Alquimídia</p>
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		<title>13/03/2011</title>
		<link>http://www.errogrupo.com.br/v4/en/2011/03/13/13-03-2011/</link>
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		<pubDate>Sun, 13 Mar 2011 02:41:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pedrob</dc:creator>
				<category><![CDATA[Histórico]]></category>
		<category><![CDATA[News]]></category>

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		<description><![CDATA[Invitation for the celebration ceremonial moment. <a href="http://www.errogrupo.com.br/v4/en/2011/03/13/13-03-2011/"></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Queridas e queridos,</p>
<p>Uma década de ERRO. Década única de cada uma de nossas errâncias.</p>
<p>Neste domingo já são dez anos que fundamos o ERRO Grupo. Uma década de trabalho, incerteza, decepção, alegria, descoberta, diversão, aprendizado e fracasso.</p>
<p>Para celebrarmos o ERRO e seus dez anos convidamos a todos para uma cerimônia às 15h00min no Largo da Alfândega e nas ruas do centro de Florianópolis.</p>
<p>Quando começamos a fantasiar sobre termos um grupo híbrido de intervenções urbanas, de artes visuais e teatro, estávamos fascinados com a experiência em fazer arte em grupo, de ter essa família, esse gueto aberto aos anseios de cada um. Desde 2001, almejamos mudar nossas vidas e as dos outros, a transformar os espaços públicos e enfrentarmos as dificuldades em continuarmos errantes e errando.</p>
<p>Nesses 10 anos cada pessoa que ajudou o ERRO faz parte desse aniversário, seja pela harmonia em trabalharmos juntos, pelas desavenças que nos fizeram crescer, entender o que não sabíamos para mudarmos ou termos certezas em seguirmos os nossos caminhos. Gostaríamos de agradecer a todos aqueles que passaram pelo ERRO, colaborando com o grupo, participando, apoiando, assistindo, como vivenciadores, espectadores, testemunhas e cúmplices. Agradecemos aos que à sua maneira contribuíram e continuam contribuindo para as realizações do ERRO, através de espaços, divulgações e expansões de nossas ações.</p>
<p>Na próxima década, o ERRO entra na pré-adolescência e seus integrantes já são balzaquianos, contudo, não esquecemos as nossas origens e por isso segue o primeiro manifesto do grupo escrito em 2001 que divulgava as nossas ações e que ainda é atual:</p>
<p><em>Todos que despertaram para as suas existências conheceram o fato das mesmas serem baseadas no erro. Nossa vida não passa de uma seqüência ininterrupta de quedas conseqüentes de falhas que muitas vezes geram cicatrizes permanentes. É esse conjunto de escoriações, essa certeza de estar prestes a tombar novamente que aperfeiçoam o ser e tornam seus anseios cada vez mais sedutores. Não somos um grupo que nasceu de uma experiência bem sucedida, somos apenas embriões fecundados pela insistente seqüência de falhas ocasionadas pela natureza individual de cada um. Temos interesses e afinidades em comum que só puderam sair da imaginação após uma sucessão de tentativas frustradas que nada mais fizeram além de nos levantar novamente cada vez com mais Vontade num ciclo que parece infinito. Assumimos o erro porque as ilusões já não camuflam mais. (ERRO Grupo, 2001)</em></p>
<p>As ruas são nossas.</p>
<p>ERRO Grupo<br />
13/03/2011</p>
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		</item>
		<item>
		<title>ERRO Grupo tem teto temporário!</title>
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		<pubDate>Sun, 13 Mar 2011 01:23:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pedrob</dc:creator>
				<category><![CDATA[News]]></category>

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		<description><![CDATA[Rua Padre Rola, 174, ao lado do Bar da Tatiana, entre a Rua Conselheiro Mafra e a Rua Felipe Schmidt no centro de Florianópolis. <a href="http://www.errogrupo.com.br/v4/en/2011/03/13/erro-grupo-tem-teto-temporario/"></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ainda está meio vazio, mas será preenchido.</p>
<p>Contrato de Locação (Aluguel)</p>
<p>LOCADOR: nome e qualificação</p>
<p>LOCATÁRIO: nome e qualificação</p>
<p>FIADORES: nome e qualificação inclusive do cônjuge</p>
<p>IMÓVEL: tipo e endereço</p>
<p>FINALIDADE: residencial ou não residencial</p>
<p>ATIVIDADE: residência ou comércio</p>
<p>PRAZO DA LOCAÇÃO: duração da locação</p>
<p>INÍCIO: data do início da locação</p>
<p>TÉRMINO: data do término da locação</p>
<p>VENCIMENTO: DIA dia do pagamento DE CADA MÊS.</p>
<p>VALOR MENSAL DA LOCAÇÃO: R$ em algarismos e por extenso</p>
<p>PERIODICIDADE DO REAJUSTE: sempre no limite do que a lei permitir.</p>
<p>O LOCADOR, supraqualificado, e o LOCATÁRIO, também supraqualificado, resolvem ajustar a locação do imóvel retro descrito, que ora contratam, sob as cláusulas e condições seguintes:</p>
<p>I &#8211; A locação vigerá pelo período estabelecido no preâmbulo deste instrumento, devendo o LOCATÁRIO restituí-lo, findo o prazo, independente de notificação judicial ou extrajudicial.</p>
<p>II &#8211; O valor mensal da locação será aquele pactuado no preâmbulo deste instrumento, e os aluguéis serão reajustados na periodicidade também retro mencionada, ou no menor período que a legislação vier a permitir, com base no índice governamental destinado a promover a atualização monetária das mensalidades locatícias em REAIS ou, na sua falta, pelo índice da inflação do período, medido pela Fundação Getúlio Vargas.</p>
<p>III &#8211; O aluguel será exigível, IMPRETERIVELMENTE, NO DIA DO VENCIMENTO, supra-estabelecido, devendo o pagamento ser efetuado no endereço (onde deverá ser pago o aluguel), ou outro que lhe seja fixado por escrito. O pagamento após o prazo de vencimento implica na multa de mora de 10% (dez por cento) sobre o débito.</p>
<p>Parágrafo único &#8211; A eventual tolerância em qualquer atraso ou demora no pagamento de aluguéis, impostos, taxas, seguro, ou demais encargos de responsabilidade do LOCATÁRIO, em hipótese alguma poderá ser considerada como modificação das condições do contrato, que permanecerão em vigor para todos os efeitos.</p>
<p>IV &#8211; Além do aluguel são encargos do LOCATÁRIO e FIADORES o imposto predial (IPTU), o seguro de incêndio, a taxa de luz, força, saneamento, esgoto, condomínio e quaisquer outras que recaiam ou venham a recair sobre o imóvel locado, que serão pagas às repartições arrecadadoras respectivas. Incumbe ao LOCATÁRIO, também, satisfazer por sua conta as exigências das autoridades sanitárias de higiene, ou do condomínio.</p>
<p>V &#8211; O LOCATÁRIO não poderá sublocar, no seu todo ou em parte, o imóvel, e dele usará de forma a não prejudicar as condições estéticas e de segurança, moral, bem como a tranqüilidade e o bem-estar dos vizinhos.</p>
<p>VI &#8211; O LOCATÁRIO recebe o imóvel (recém-pintado ?), em perfeito estado de conservação e limpeza, e obriga-se pela sua conservação, trazendo-o sempre nas mesmas condições, responsabilizando-se pela imediata reparação de qualquer estrago feito por si, seus prepostos ou visitantes, obrigando-se, ainda, a restituí-lo, quando finda a locação, ou rescindida esta, limpo, ( pintura nova ? ) e conservado, com todas as instalações em perfeito funcionamento. Sendo necessário substituir qualquer aparelho ou peça de instalação, fica entendido que esta substituição se fará por outra da mesma qualidade, de forma que, quando forem entregues as chaves, esteja o imóvel em condições de ser novamente alugado, sem que para isso seja necessária qualquer despesa por parte do LOCADOR.</p>
<p>Parágrafo único &#8211; O LOCADOR, por si ou por preposto, poderá visitar o imóvel, durante a locação, para verificar o exato cumprimento das cláusulas deste contrato.</p>
<p>VII &#8211; A infração de qualquer das cláusulas deste contrato faz incorrer o infrator na multa irredutível de 20% (vinte por cento), sobre o aluguel anual em vigor à época da infração, e importa na sua rescisão de pleno direito, independentemente de qualquer notificação ou aviso, sujeitando-se a parte inadimplente ao pagamento das perdas e danos que forem apuradas.</p>
<p>VIII &#8211; Nenhuma obra ou modificação será feita no imóvel sem autorização prévia e escrita do LOCADOR. Qualquer benfeitoria porventura construída adere ao imóvel, renunciando o LOCATÁRIO, expressamente, ao direito de retenção ou de indenização, salvo se convier ao LOCADOR que tudo seja reposto no anterior estado, cabendo, neste caso, ao LOCATÁRIO fazer a reposição por sua conta, responsabilizando-se por aluguéis, tributos e encargos até a conclusão da obra.</p>
<p>IX &#8211; Como garantia do cumprimento das obrigações pactuadas, ao final, assinam os FIADORES, qualificados no preâmbulo deste instrumento, responsabilizando-se, como principais pagadores, pelo fiel cumprimento de todas as cláusulas ora reciprocamente estipuladas e aceitas, inclusive indenização de danos no imóvel e reparos necessários, além dos ônus judiciais respectivos.</p>
<p>Parágrafo primeiro &#8211; Os FIADORES e principais pagadores renunciam aos preceitos dos arts. 924 e 1500 do Código Civil, bem como ao direito de serem cientificados ou citados para a ação de despejo contra o LOCATÁRIO, obrigando-se, inclusive, às despesas judiciais, acessórias da dívida principal, e honorários de advogado, no importe de 20% (vinte por cento) sobre o valor da causa, quer quanto à ação de Despejo, quer quanto à execução de aluguéis, tributos e demais encargos.</p>
<p>Parágrafo segundo &#8211; A responsabilidade do LOCATÁRIO e FIADORES pelo aluguel e demais obrigações legais e contratuais só terminará com a devolução definitiva das chaves e quitação de todos os débitos de locação e os consectários legais e contratuais, inclusive reparos, se necessários.</p>
<p>X &#8211; É de responsabilidade do LOCATÁRIO o pagamento do seguro anual de incêndio do imóvel locado, em nome do LOCADOR, garantindo o seu valor real.</p>
<p>XI &#8211; Na hipótese de ser necessária qualquer medida judicial, o LOCADOR, o LOCATÁRIO e os FIADORES poderão ser citados pelo correio, com AR (Aviso de Recebimento) dirigido aos respectivos endereços mencionados no preâmbulo deste instrumento.</p>
<p>XII &#8211; O foro deste contrato, inclusive para os fiadores, é o da Comarca de (cidade?).</p>
<p>E por estarem justos e contratados, lavraram o presente instrumento em 02 (duas) vias de igual teor e forma para as finalidades de direito.</p>
<p>(cidade e data)</p>
<p>LOCADOR(A)</p>
<p>LOCATÁRIO(A)</p>
<p>FIADOR(A)</p>
<p>CÔNJUGE DO(A) FIADOR(A)</p>
<p>Testemunha:</p>
<p>Testemunha:</p>
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		<item>
		<title>ERRO Grupo prepara cerimônia e temporada de Escaparate para celebrar uma década</title>
		<link>http://www.errogrupo.com.br/v4/en/2011/03/11/erro-grupo-prepara-cerimonia-e-temporada-de-escaparate-para-celebrar-uma-decada-2/</link>
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		<pubDate>Fri, 11 Mar 2011 19:25:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pedrob</dc:creator>
				<category><![CDATA[News]]></category>

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		<description><![CDATA[ERRO Grupo celebrates its 10th year of foundation. The first decade of ERRO will be celebrated on the March 13th (the day of its foundation in 2001) with a ceremony in the street, a 06 presentations season of Escaparate, a temporary headquarter for the group and the reformulation of its official site. <a href="http://www.errogrupo.com.br/v4/en/2011/03/11/erro-grupo-prepara-cerimonia-e-temporada-de-escaparate-para-celebrar-uma-decada-2/"></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="ngg-imagebrowser" id="ngg-imagebrowser-18-611">

	<div class="titulo_imagem">Cartaz - Divulgação - Temporada de 14 a 18, e 21 de março de 2011</div>
	<div class="desc_imagem"></div>
    
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		</div>
        
	</div>	

</div>	


<p>A cerimônia de celebração será exatamente no dia do aniversário, dia 13/03, um domingo, às 15 horas, no Largo da Alfândega. Todos os transeuntes estão convidados a prestigiar o ERRO e a participar do ritual que iniciará na sede do grupo e transitará pelas ruas do centro até o Largo. No dia seguinte, iniciará a temporada com seis apresentações da obra Escaparate, nos dias 14, 15, 16, 17, 18 e 21 de março, às 19 horas na esquina da Rua Felipe Schmidt com a Rua Jerônimo Coelho no Centro de Florianópolis. O espetáculo de rua é gratuito faz parte do projeto Manutenção do ERRO, desenvolvido desde outubro de 2010 e com término em outubro de 2012. O projeto foi selecionado pelo Programa Petrobras Cultural e tem o patrocínio da Petrobras ao longo desse período (veja a sinopse de Escaparate e serviço logo abaixo). A temporada de Escaparate também integra a agenda de comemorações do aniversário da capital catarinense, em 23 de março, promovido pela PMF.</p>
<p>Embalado pela data histórica e também pela apresentação de uma de suas mais recentes criações – Escaparate estreou em 2008 -, o ERRO também chega aos 10 anos com uma transformação espacial na sua dinâmica de trabalho nas ruas do centro. O grupo está com uma sede, na Rua Padre Rola no. 174, no Centro de Florianópolis. Agora, o grupo pode fazer aquecimentos, ensaios, reuniões, oficinas e guardar materiais em um quartel general no centro da cidade, sob o teto temporário do ERRO na Rua Padre Rola. Antes, o ERRO dependia de outros espaços, da própria rua e até da casa dos integrantes para tais atividades. Até o ano passado, uma das estratégias dos atores do ERRO era se trocarem em plena rua antes das apresentações.</p>
<p>Para completar as novidades no aniversário, o ERRO também reformulou seu cenário no mundo virtual. O novo site está sintonizado com as últimas tendências da web, propiciando uma navegação orgânica por todo conteúdo produzido pelo grupo nos últimos 10 anos. O novo layout e organização do conteúdo foram pensados para facilitarem a leitura e tornarem mais interativa as relações com os conteúdos, além de permitirem uma integração maior com as redes sociais e seus interlocutores.</p>
<p><strong>Escaparate</strong><br />
Apresentado pela primeira vez em 2008, Escaparate utiliza o percurso pela arquitetura urbana e recursos multimídia para revelar como as relações amorosas são construídas em uma sociedade espetacular, cada vez mais virtual.  Buscando questionar o interno e o externo, a intimidade e a exposição. O trabalho busca criar uma atmosfera ambígua, onde o casal posto em cena é movido por desejos e por fantasias de um mundo feito para ser visto.</p>
<p>Essa exposição ocorre das mais variadas formas, como nas cenas projetadas na fachada de um prédio que revelam o que se passa à frente da lente de uma webcam, situada em uma lanhouse a metros do local, ou ao ator que constantemente se relaciona intermediado pelo seu celular. É possível traçar uma alusão à invasão da privacidade, também explorada por Michel Foucault, aqui, no entanto, consentida e desejada por aquele que tem sua imagem explorada. Mostrar-se, tornar-se plano, tornar-se imagem, desejos culminantes da sociedade do espetáculo.</p>
<p>Escaparate, agraciado pelo Prêmio Myriam Muniz de Teatro da FUNARTE patrocinado pela Petrobrás, teve temporada de estréia em dezembro de 2008, e, em 2009, se apresentou em Joinville, pelo Festival Catarinense de Teatro, fez temporada em Florianópolis, e em Curitiba, pelo Festival de Teatro.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
Cerimônia de 10 anos do ERRO Grupo: 13/03, às 15 horas, no Largo da Alfândega.<br />
Apresentações: 14, 15, 16, 17, 18 e 21/03.<br />
Hora: 19 horas.<br />
Local: Na esquina da Rua Felipe Schmidt e Rua Jerônimo Coelho.<br />
Preço: Gratuito.</p>
<p><strong>Ficha Técnica</strong><br />
Dramaturgia: Luana Raiter e Pedro Bennaton<br />
Direção: Pedro Bennaton<br />
Elenco: Luana Raiter e Luiz Henrique Cudo<br />
Performers: Isaac Varzim, Paula Felitto, Michel Marques e Amanda Gartner<br />
Direção de arte: Luana Raiter<br />
Sonoplastia: Rodrigo Oliveira<br />
Cenoténica: Michel Marques<br />
Design Gráfico: Ana Paula Cardozo, Luana Raiter e Júlia Amaral<br />
Assessoria de Imprensa: Ana Letícia da Rosa<br />
Produção: ERRO Grupo<br />
Projeto Escaparate: ERRO Grupo e Associação Cultural Alquimídia</p>
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		<item>
		<title>Arte da rua, teatro na rua, teatro de rua, arte na rua, rua da arte, rua de teatro&#8230;</title>
		<link>http://www.errogrupo.com.br/v4/en/2011/03/08/arte-da-rua-teatro-na-rua-teatro-de-rua-arte-na-rua-rua-da-arte-rua-de-teatro/</link>
		<comments>http://www.errogrupo.com.br/v4/en/2011/03/08/arte-da-rua-teatro-na-rua-teatro-de-rua-arte-na-rua-rua-da-arte-rua-de-teatro/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 08 Mar 2011 00:00:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pedrob</dc:creator>
				<category><![CDATA[Histórico]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[vídeo]]></category>

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		<description><![CDATA[Curto vídeo que aborda os processos e os métodos de criação e construção das ações do ERRO Grupo. <a href="http://www.errogrupo.com.br/v4/en/2011/03/08/arte-da-rua-teatro-na-rua-teatro-de-rua-arte-na-rua-rua-da-arte-rua-de-teatro/"></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="615" height="350"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="movie" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=17410047&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=1&amp;color=FF7700&amp;fullscreen=1&amp;autoplay=0&amp;loop=0" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="615" height="350" src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=17410047&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=1&amp;color=FF7700&amp;fullscreen=1&amp;autoplay=0&amp;loop=0" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object></p>
<p><a href="http://vimeo.com/sercultural" target="_blank">Ser Cultural</a> é um interprograma de televisão sobre artistas, coletivos e manifestações   culturais, exibido na RIC Record  entre setembro e dezembro de 2010 e   disponibilizado na rede.   A série de 30 programetes, com dois minutos cada, retrata artistas da   música, literatura, artes visuais, teatro, dança, audiovisual, cultura   popular e arte urbana, que vivem e produzem em Florianópolis. A realização é da <a href="contraponto.tv" target="_blank">CONTRAPONTO</a>, com apoio cultural da Lei de Incentivo à Cultura de Florianópolis, Fundação Cultural Franklin Cascaes e Unimed Grande Florianópolis. A direção é de Kátia Klock.</p>
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		<title>10 anos do Erro Grupo</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Mar 2011 00:00:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pedrob</dc:creator>
				<category><![CDATA[News]]></category>

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		<description><![CDATA[Ação no Centro da Capital, nova sede e reapresentação do repertório estão entre as comemorações do aniversário﻿. <a href="http://www.errogrupo.com.br/v4/en/2011/03/08/10-anos-do-erro-grupo/"></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Prestes a completar dez anos de fundação, no  próximo domingo, o Erro Grupo celebra o aniversário ritualisticamente.  Não podia deixar de ser, a maioria das comemorações será na rua, o  verdadeiro espaço de trabalho, de experimentação e de possibilidades ao  longo dessa década.</p>
<p>O grupo que já ocupou vitrines do comércio de rua, correu no Centro  da Capital, esperou três dias a chegada de um líder, expôs dramas  íntimos em espaços públicos, entre outras intervenções, faz uma  cerimônia no largo da Alfândega no domingo. A gente não queria fazer uma  festa, mas também não queria fazer algo interno. Então inventamos uma  ação”, diz a atriz Luana Raiter, 29 anos, dizendo que os detalhes são  ainda segredos. Além disso, volta para mais uma temporada do espetáculo  “Escaparate” a partir da próxima segunda, terá uma sede, no Centro, e  reformulou também seu site.</p>
<p>A série de comemorações dos dez anos começou no ano passado,  coincidindo com a conquista  do projeto Manutenção do Erro, do Programa  Petrobras Cultural. Com isso, o grupo volta às ruas com todo o  repertório de espetáculos. Até o momento já apresentou “Adelaide  Fontana” e “Buzkashi”. Depois de “Escaparate”, mostrará “Carga Viva”,  “Desvio” e “Enfim um Líder”. O programa ainda contempla a organização de  oficinas formativas ministradas, como a já realizada com Emílio Garcia  Wehbi, argentino referência no teatro de animação e em performance na  América Latina.</p>
<p>O Erro Grupo é formado por Luana, Pedro Bennaton, Michel Marques,  Júlia Amaral, Priscila Zaccaron, Juarez Nunes e Julia Amaral e conta  ainda com colaboradores, como Luiz Henrique Cudo e Isaac Varzim.</p>
<p><strong>O público e o privado em “Escaparate”</strong><br />
Apresentado pela primeira vez em 2008, “Escaparate” utiliza o  percurso pela arquitetura urbana e recursos multimídia para revelar como  as relações amorosas são construídas em uma sociedade espetacular, cada  vez mais virtual. Buscando questionar o interno e o externo, a  intimidade e a exposição. O trabalho busca criar uma atmosfera ambígua,  onde o casal posto em cena é movido por desejos e por fantasias de um  mundo feito para ser visto. “Ele fala sobre as relações intermediadas na  contemporaneidade, da perda de noção entre o público e privado”,  explica Luana.</p>
<p>A exposição ocorre das mais variadas formas, como nas cenas  projetadas na fachada de um prédio, que revelam o que se passa à frente  da lente de uma webcam, situada em uma lanhouse a metros do local, ao  ator que constantemente se relaciona intermediado pelo seu celular.  “Escaparate” ganhou o Prêmio Myriam Muniz de Teatro da Funarte (Fundação  Nacional de Artes).</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
O quê: Cerimônia de 10 anos do Erro Grupo<br />
Quando: 13/3/2011, 15h<br />
Onde: Largo da Alfândega<br />
Quanto: Gratuito</p>
<p>O quê: Apresentação de “Escaparate”<br />
Quando: 14, 15, 16, 17, 18 e 21/3/2011, 19h<br />
Onde: Esquina da rua Felipe Schmidt e rua Jerônimo Coelho, Centro de Florianópolis<br />
Quanto: Gratuito</p>
<p><a href="http://www.ndonline.com.br/florianopolis/plural/10-anos-do-erro-grupo.html" target="_blank">Fonte: Notícias do Dia &#8211; NDonline &#8211; 08/03/2011 &#8211; por Dariene Pasternak</a></p>
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		<title>La Máquina Teatro *</title>
		<link>http://www.errogrupo.com.br/v4/en/2011/03/03/la-maquina-teatro/</link>
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		<pubDate>Thu, 03 Mar 2011 00:00:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pedrob</dc:creator>
				<category><![CDATA[Researches]]></category>
		<category><![CDATA[Workshops]]></category>

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		<description><![CDATA[* Texto de Emilio García Wehbi lido por ele no dia 10/02/2011 em Conversa Aberta na Oficina Formativa do ERRO Grupo, pelo projeto Manutenção do ERRO com o patrocínio da Petrobras, realizada no Forte Santa Bárbara (Fundação Cultural Franklin Cascaes) em Florianópolis-SC. <a href="http://www.errogrupo.com.br/v4/en/2011/03/03/la-maquina-teatro/"></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>La Máquina Teatro* (<a href="http://www.errogrupo.com.br/v4/pt/wp-content/uploads/2011/03/La-máquina-teatro.pdf" target="_blank">baixar em PDF)</a></p>
<p>EGW</p>
<p>Para introducir este texto permítanme hacer una pequeña declaración: El arte es una máquina de guerra. Aún en la posmodernidad, o mejor dicho, justamente en la posmodernidad, es una máquina de guerra. Solo se trata de decidir hacia qué lado vamos a apuntar los cañones.</p>
<p>El teatro es, en consecuencia,  una máquina de guerra. El teatro es una máquina de guerra que apunta sus cañones al estado. El estado es otra máquina de guerra, que apunta sus cañones a los sujetos. Pero, ¿qué es el estado? Toda agrupación que pretenda la institucionalización de las prácticas sociales y las personas.  Vale decir, el estado no sólo está en el estado, sino en todas –casi todas, para no sonar demasiado nihilista- las instituciones.</p>
<p>Todo estado, toda institución -por bienintencionada que sea- se enquista rápidamente y se herrumbra. Contra el óxido que éstas producen, debemos disparar nuestros cañones antioxidantes.</p>
<p>El teatro debe ser, entonces, una práctica anti institucional del saber. Y como tal, debe asumir su condición política. Pero atención: distingamos entre <em>lo</em> político y <em>la</em> política. En teatro, la política sería el remate oral y visual de baratijas seudoprogresistas a través de discursos políticamente correctos, que afirman lo que el público desea escuchar; en cambio lo político sería la imbricación de una forma y contenido nuevas que descoloque las presunciones del público, que no sean afirmativas, o mejor dicho, que afirmen sólo su carácter abierto y su incomodidad (la suya y la del público).</p>
<p>Ergo, el teatro no es político por su temática sino por su modo o procedimiento formal de acción. El teatro deviene político, como cualquier arte, cuando propone una interrupción poética de la ley.  Deviene político cuando se transforma en potencia para cuestionar y desestabilizar al espectador en la construcción de su identidad y realidad, y va más allá del clásico drama mimético que queda preso en la representación y reproduce ideologías existentes y prevalecientes. Es político cuando propone un claro proceso de subjetivación del público, es decir: un retorno al sujeto (sujeto social, sujeto ético, pero sujeto al fin) como acto de resistencia.</p>
<p>Éstas son las armas de mi máquina de guerra; si a alguno les sirven, que las tome y las reconstruya según su punto de vista; pero si se discrepa, mucho mejor,  al final de este soliloquio podremos discutir y deslizar hacia futuro nuestros acuerdos o desacuerdos:</p>
<p>Para empezar, el teatro es transversal por naturaleza. No se construye por jerarquías (las habituales son los dominios que suelen ejercer los textos  teatrales  y los actores), sino por la abolición de las mismas, y el restablecimiento de las funciones o roles que les son intrínsecamente propias. Entonces, suprimiendo rangos, el teatro es un diálogo en forma de flujo horizontal de diferentes componentes: el campo espacial, con su espacio real y su espacio ficcional, el campo temporal, con su tiempo real y su tiempo ficcional, el campo literario, con su texto escrito y/o dicho, el campo expresivo o interpretativo, con un cuerpo en presencia y su fisonomía, gesto, movimiento, cinética, coreografía, gestualidad y voz; el campo sonoro, con el sonido, música original, sonorización y musicalización; y el campo visual, con la escenografía, utilería, colores, texturas, perspectivas, puntos de vista e iluminación.</p>
<p>La organización de todo este flujo da como resultado aquello que llamamos teatro.</p>
<p>Hace falta mucho más que un texto para hacer teatro.</p>
<p>Sigo apuntando, como quien lee un apunte pero también como quien apunta un arma.</p>
<p>A partir de las teorías de la subjetividad, se hace necesario la deconstrucción del personaje dramático, y la clásica relación entre teatro y drama (entendiendo esta como fábula).</p>
<p>El teatro debe ser un palimpsesto, pura intertextualidad e intratextualidad.</p>
<p>Ser pura estética del espacio/tiempo/cuerpo. Mezcla de géneros: performance conceptual experimental, teatro-danza físicos, teatro multimediatico, nuevas dramaturgias, montajes de dramas clásicos con acento en su deconstrucción, happenings, poemas escénicos, site-specifics, instalaciones teatrales, etc; todos contra la histórica dominación del texto.</p>
<p>En él, el espectador debe completar los huecos en las narrativas dramatúrgicas y transformarse en testigo activo de la acción, construyendo él mismo sentido subjetivo.</p>
<p>El texto escénico debe plantearse como escritura contemporánea. Palabras para ser vistas en la escena más que para ser escuchadas.</p>
<p>Se debe profundizar la imposibilidad del teatro de ser comprendido de una sola vez; debe ser difícilmente examinable, y no hacer al mundo manejable ya que el mundo es cada vez menos manejable y examinable. No significa esto que no se pretenda hacer un relato del mundo pero sí que no se aspira a representar al mundo como una totalidad.</p>
<p>Ausencia de paradigmas dominantes, y ausencia de procedimientos catárticos. Para catarsis está la iglesia o el psicoanálisis.</p>
<p>Ambigüedad, discontinuidad, heterogeneidad, pluralismo, códigos múltiples, subversión, perversión, deconstrucción, anti mímesis, resistencia a la interpretación, mediación, exposición, peripecia, catástrofe, transición, correspondencia, polivalencia, simultaneidad, montaje, fragmento.</p>
<p>Aún así, la construcción del teatro contemporáneo se debe hacer sobre las bases o cenizas de los elementos dramáticos tradicionales. Pero embarazándolos para generar un nuevo material que deje rastros del viejo, y que hable desde el aquí y ahora. Embarazar el drama tradicional de la misma manera que Deleuze embaraza a los filósofos clásicos para que hablen de una manera diferente.</p>
<p>Que el arte no imite a la vida, sino que la vida imite al arte.</p>
<p>El teatro es previo al texto, surge del ritual y pasa por la danza antes de llegar a él. Es un diálogo, un ceremonial con los muertos, a decir de Müller o de Genet.</p>
<p>Se trata de buscar hoy una utopía post antropocéntrica.</p>
<p>Experimentar con la sinestesia, es decir con la capacidad neurológica de mezclar varios sentidos, como proceso de comunicación.</p>
<p>Teatro de texturas, no de textos.</p>
<p>Presencia y no representación, experiencia compartida y no comunicada, proceso y no producto, manifestación y no significación, impulso de energía y no información.</p>
<p>Que el sentido quede pospuesto o en suspenso.</p>
<p>Que la comodidad y la seguridad del público se quiebre.</p>
<p>Que la realidad de la escena sea autónoma, y que busque una forma poética inexorable.</p>
<p>Pensar la economía escénica a través de la síntesis, que no significa pobreza, sino la utilización de los mínimos recursos imprescindibles para lograr la máxima expresión.</p>
<p>Siguiendo a Ranciere, que la obra asuma su condición de maestro ignorante y el público su condición de espectador emancipado. No hacerle al público concesiones demagógicas, y no pedirle una mirada indulgente. Que la mirada crítica de ambos sea impiadosa. Abajo la dictadura del aplauso. Desterrar el aplauso, con la pretensión de dividir la platea. Trabajar para el disenso, de modo de fomentar la subjetivación de eso que se llama público. Tomar al espectador como sujeto colectivizado, no como masa ni como individuo.</p>
<p>El consenso del aplauso achata y unifica las miradas. Crear dos, tres, muchas miradas. Vale decir, que haya tantas lecturas posibles como espectadores en la sala.</p>
<p>Ser amoral en la creación. Ni moral ni inmoral. El arte es amoral. Luego vendrá la ética, cuando la mirada privada se haga pública.</p>
<p>Trabajar con restricciones, asociaciones frágiles, con un universo propio con leyes a cumplir, con veladuras de modo tal de que la imagen sea difusa y no se cristalice.</p>
<p>Ser extranjero en el trabajo. Volver a mirar una y otra vez, como si fuera la primera. O la última.</p>
<p>Metaforizar no es elegir una imagen estetizante.</p>
<p>Forma como contenido y contenido como forma.</p>
<p>Del mismo modo que un texto teatral nunca es teatro, una idea nunca es escénica, no puede representarse.</p>
<p>Trabajar con lo obsceno pero no con la obscenidad. Lo obsceno es aquello que está fuera de la escena. Como lo entiende Bataille, es el combate entre Eros y Tánatos, entre la pulsión de vida y la pulsión de muerte.  Lo contrario de lo obsceno es el decoro. Abajo los decorados. Que la escencia quede expuesta. Ir a fondo con la forma.</p>
<p>Establecer una dialéctica con el público. Recuperar la noción de entretenimiento. Arrancárselo a los blockbusters hollywoodenses y restituirle su sentido profundo. Entretener es “tener entre“.  Y lo que se tiene entre es la obra, que se construye como un <em>entre.</em> Es la síntesis de la mirada del espectador subjetivado y el artista.</p>
<p>La transversalidad de los elementos que componen lo teatral se acerca a la noción de rizoma. Establecer entonces relaciones de devenir con los materiales teatrales: así como el ejemplo de la orquídea y la avispa, que Deleuze toma de Proust. La orquídea se desterritorializa de su orquidiedad para atraer a la avispa, adoptando sus colores, y la avispa se desterritorializa de su avispidad para copular con la orquídea y libar su néctar, esparciendo a su vez el polen. Y ambas, orquídea y avispa, se reterritorializan, abriéndose a lo nuevo, hacia un afuera, hacia líneas de fuga, nos dice Deleuze. Buscar esas intertextualidades, citas y derivas como formas de mutación de la dramaturgia contemporánea.</p>
<p>Buscar crear problemáticas nuevas, operando siempre con con conceptos formales. Lo que narra es la forma.</p>
<p>Si hay coherencia interna, la habrá también para el público.</p>
<p>Crear una estética que rompa con el alivio.</p>
<p>Establecer una relación de antipatía con el público, no empatía ni apatía. Que el pathos de la retórica estética quede cancelada.</p>
<p>Buscar formatos crípticos, pero nunca herméticos. Lo hermético anula en el artista y en el público la voluntad de la comunicación, mientras que lo críptico la fomenta.</p>
<p>Alejar la realidad naturalista. El arte es parte del mundo, pero tiene una identidad propia. No se necesita recurrir a la mímesis.</p>
<p>Generar experiencias habitables, y no solo visitables o transitables.</p>
<p>El público es siempre más inteligente de lo que creemos, pero el público es siempre más idiota de lo que creemos.</p>
<p>Establecer todas las posibles tensiones (texto-imagen, imagen-sonido, texto-sonido, etc, hasta llegar a la tensión entre obra-público)</p>
<p>Solo los universos personales pueden transformarse en sujetos colectivos de enunciación, nunca los universos privados. No me interesa el color de la ropa interior que usa el artista o si su papá le pegaba cuando era chico, si eso no tiene más pretensión que la exhibición pura. Para eso está Facebook. Por favor, pinta tu aldea con el imperativo de  pintar el mundo.</p>
<p>Aceptar saltar al vacío, meter la cabeza en lo oscuro. El teatro como un oficio de riesgo, recuperando su carácter atávico. Reinstalar el concepto de circo (la muerte) y de misa (la trascendencia).</p>
<p>Que el objeto mundo nos interrogue permanentemente. Aprovechar esa corriente de aire que viene del caos.</p>
<p>Tratar lo causal como casual y lo casual como causal.</p>
<p>Asumir la única responsabilidad del artista: la de considerar al público como sujeto en posesión de la libertad.</p>
<p>Ser políticamente incorrecto. Provocar la peste artaudiana. Ser la herida hedionda en el pie podrido de Filoctetes.</p>
<p>Poner en entredicho todo el teatro hecho hasta ahora (incluso el propio) cada vez que se acomete un nuevo montaje. Romper con los presupuestos escénicos. Iniciar siempre un contrato nuevo, con el público y con uno mismo.</p>
<p>Producir rupturas en la estructura sensible de las percepciones y en la dinámica de los afectos. Trabajar por el disenso, ampliando las formas de enunciación al cambiar los marcos, las escalas o los ritmos.</p>
<p>Construir relaciones nuevas entre la apariencia y la realidad, entre lo singular y lo común, entre lo visible y su sentido.</p>
<p>Utilizar el concepto de <em>cita</em> Benjaminiano, en el cual la referencia que se utiliza es sacada de su contexto original, su significación es reasignada, pero porta aún los vestigios, los ropajes descascarados de lo que fue, creando así una noción de fantasma con voces múltiples.</p>
<p>Atención con los significantes vacíos, y mucha más atención aún con los significantes llenos.</p>
<p>Entender que el problema de <em>lo bello</em> y del <em>buen gusto</em> ya no existe en estética, es un anacronismo. El problema de lo bello es hoy, un problema sólo de los creativos publicitarios, y el del buen gusto, un problema de los fabricantes de helados o golosinas. El arte superó, desde Duchamp y antes también, esas cuestiones.</p>
<p>No enamorarse nunca de las ideas ni de las formas propias.</p>
<p>Los genios artísticos no existen, solo existe el trabajo duro.</p>
<p>Trabajar los signos como capas de una cebolla. La primera capa debe llegar a todos por igual, intentando que nadie quede afuera de esa superficial línea de sentido, democratizando esa primera capa; y a medida que nos sumergimos en la cebolla, los signos pueden ir complejizándose, volviéndose cada vez más eruditos o extrarreferenciales.</p>
<p>La obra debe producir al artista y al espectador un efecto de deseo más que de goce. El goce es presente efímero, y concluye pronto, como el orgasmo. El deseo es siempre a futuro, y es utópico y no conclusivo.</p>
<p>Pensar la duración de una obra como el tiempo intrínseco natural de la misma, no como formato impuesto desde afuera. Si una obra tiene que durar quince minutos, que lo haga. Si tiene que durar seis horas, también.</p>
<p>Trabajar al borde del accidente, y cuando suceda, capitalizarlo. Francis Bacon nos enseñó eso hace mucho tiempo.</p>
<p>La obra es siempre más inteligente que el artista. Y a veces, que el público.</p>
<p>Nada indica si un texto es o no es teatral. No hay textos teatrales. Mejor dicho, no hay ningún texto que no sea teatral. El Hamlet de Shakespeare no es ni más ni menos teatral que las Páginas Amarillas.</p>
<p>El teatro es crisis, del mismo modo que el arte lo es. Las crisis es una coyuntura de cambios, un cruce de caminos. En el cruce de caminos se encontró Edipo con Layo, su padre, y ahí lo mató. El arte debe buscar matar al padre.</p>
<p>Subjetividad no es lo mismo que arbitrariedad.</p>
<p>Performar no es lo mismo que preformar.</p>
<p>Enfrentar la contradicción de ser un iconoclasta adorador de imágenes, blasfemo y pagano al mismo tiempo. Baudelaire diría: Ser la herida y el cuchillo.</p>
<p>El artista debe ser invisible en su obra. Flaubert diría: Así como Dios es invisible en la naturaleza.</p>
<p>Buscar que lo sofisticado se encuentre con lo salvaje. Artaud, diría: El teatro, como los sueños, es sangriento e inhumano.</p>
<p>Evitar caer en la tentación del éxito. Müller diría: el arte sirve para defender al hombre de su propia banalidad.</p>
<p>Se suele hablar del teatro como del <em>espacio vacío.</em>nada más alejado de la realidad que esto. El teatro no es el espacio vacío, sino que es el espacio lleno, así como ni la tela al comenzar una pintura ni la hoja al comenzar un escrito están en blanco. Están llenas de todo lo que los artistas hicieron antes que uno.  Se trata entonces de vaciar el espacio que está cubierto por todos los clichés preexistentes y preestablecidos y que hay que borrar, limpiar, laminar y desmenuzar, de iniciar un proceso de decollage para vaciar el espacio, que en realidad nunca estuvo vacío. Ser un nómade buscando recuperar la opción de lo nuevo histórico.</p>
<p>En ese nomadismo perpetuo quizás esté el secreto de lo efímero, la flor de lo teatral. El raro encuentro entre la avispa y la orquídea.</p>
<p>PD: Este texto está construido casi en su totalidad por citas, como todo. Como dicen esos dos pensadores franceses que escribieron juntos durante un tiempo, el secreto ya no está en el “es”, la afirmación, sino en el “y”, la relación.</p>
<p>* Texto de Emilio García Wehbi lido por ele no dia 10/02/2011 em Conversa Aberta na Oficina Formativa do ERRO Grupo, pelo projeto Manutenção do ERRO com o patrocínio da Petrobras, realizada no Forte Santa Bárbara (Fundação Cultural Franklin Cascaes) em Florianópolis-SC.</p>
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		<title>3º Festival de Teatro de Rua de Porto Alegre</title>
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		<pubDate>Sun, 20 Feb 2011 15:25:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>henriquepalazzo</dc:creator>
				<category><![CDATA[News]]></category>

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		<description><![CDATA[Erro Grupo selecionado para o 3º FTRPA. Saiba mais! <a href="http://www.errogrupo.com.br/v4/en/2011/02/20/festival-de-teatro-de-rua-de-porto-alegre/"></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O 3º Festival de Teatro de Rua de Porto Alegre, será realizado de 01 a 12 de abril de 2011, conta com o financiamento da Lei de Incentivo à Cultura do Estado do Rio Grande do Sul, patrocínio da Oi e da Caixa Econômica Federal, com apoio da Oi Futuro. É uma realização da Prefeitura Municipal de Porto Alegre, Serviço Social do Comércio – SESC/RS e Associação F&amp;S.</p>
<p>As inscrições para a 3ª Edição do Festival foram realizadas até 21 de janeiro de 2011, no Centro Municipal de Cultura Arte e Lazer Lupicínio Rodrigues, na Coordenação de Artes Cênicas, Av. Érico Veríssimo, 307 – CEP 90160-181- Porto Alegre/RS de segunda à sexta-feira das 9h às 12h e das 14h às 17h. Para concorrer, foi necessário o envio de fotos, release, rider técnico, um DVD com o espetáculo na íntegra e clipagem com artigos e noticias publicadas sobre o espetáculo. Não foram aceitas inscrições por e-mail.</p>
<p>O Festival recebeu um total de 130 inscrições, de 13 Estados. (No ano de 2010, 70 inscrições). A curadoria de seleção foi composta pela Coordenação de Cultura do SESC/RS, Coordenação do Festival de Teatro de Rua e Coordenação de Artes Cênicas do Município e Porto Alegre.</p>
<p>Relação dos Grupos selecionados para integrar a 3º Edição do Festival de Teatro de Rua de Porto Alegre. O Festival acontecerá no período de 01 a 12 de abril de 2011.</p>
<p>Grupo Carroça de Mamulengo (CE), espetáculo “Histórias de Teatro e Circo”</p>
<p>Grupo Nóis de Teatro (CE), espetáculo “Sertão.Doc”</p>
<p>Grupo Cia Dos Pés (SP), espetáculo “Casca de Nós”</p>
<p>Erro Grupo (SC), espetáculo “Formas de Brincar”</p>
<p>Grupo De Pernas Pro Ar (Canoas/RS), espetáculo “O Lançador de Foguetes”</p>
<p>Grupo Caixa Preta (POA/RS), espetáculo “Mãe Coragem”</p>
<p>Teatro VagaMundo (Santa Maria/RS), espetáculo “La Perseguida”</p>
<p>Cia Stravaganza (POA/RS), espetáculo “Sacra Folia”</p>
<p>Grupo Teatral Manjericão (POA/RS), espetáculo “O Dilema do Paciente”</p>
<p>Cambada de Teatro em Ação Direta Levanta Favela (POA/RS), espetáculo “Árvore em Fogo”</p>
<p>As apresentações dos espetáculos serão realizadas nos dias:</p>
<p>08 de abril em diversos pontos da Rua dos Andradas;<br />
09 de abri diversas (*)praças de Porto Alegre;<br />
10 de abril no Brique da Redenção.</p>
<p>Projeta-se 3 apresentações para cada grupo.</p>
<p>Todos os grupos vão ser contatados e informados sobre a participação ou não no Festival. Estamos informando (por e-mail) os grupos não selecionados. Neste caso solicitamos ao grupo que envie uma manifestação de interesse para o e-mail: contato@ftrpa.com.br, se desejar, para que o seu material fique credenciado para participar da 4º Edição do Festival em 2012.</p>
<p>Aproveitamos para agradecer as inscrições recebidas e declarar o reconhecimento pelo trabalho realizado.</p>
<p>Atenciosamente,<br />
Coordenação do 3º Festival de Teatro de Rua de Porto Alegre</p>
<p><em>Fonte <a href="http://www.ftrpa.com.br/" target="_blank">Site oficial do Festival de Teatro de Rua de Porto Alegre</a></em></p>
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		</item>
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		<title>Erro Grupo e a invasão pela formulação de desvios de discursos</title>
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		<pubDate>Sun, 20 Feb 2011 15:22:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>henriquepalazzo</dc:creator>
				<category><![CDATA[News]]></category>

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		<description><![CDATA[Erro Grupo comemora seus 10 anos com a montagem do espetáculo Formas de Brincar <a href="http://www.errogrupo.com.br/v4/en/2011/02/20/erro-grupo-e-a-invasao-pela-formulacao-de-desvios-de-discursos/"></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>por Marco Vasques</em></p>
<p>I<br />
O teatro de rua, ou melhor, o teatro feito para ser apresentado na rua quase sempre tem o caráter de divertir, de alegrar, de envolver o passante através do clown, da burla, da fábula. É bom lembrar que no século VI a.C. Téspis já fazia suas apresentações, em um carro, no meio do mercado de Atenas. O que equivale dizer que o teatro nasceu na rua. Se levarmos em consideração que os ritos tribais/míticos, anteriores a Téspis, estão imbuídos da atitude cênica [Kristeva] confirmamos o caráter público e mundano da arte teatral. É bom alertar que divertir e alegrar são qualidades [Brecht] e não defeitos, sobretudo quando apresentam outras camadas de leituras. O Erro Grupo apresentou em Brusque, durante o Festival Catarinense de Teatro, seu novo trabalho FORMAS DE BRINCAR. As intervenções no ambiente urbano e na paisagem humana reafirmam as pesquisas que o grupo vem desenvolvendo há 10 anos. É da morte do espírito lúdico, da ausência de espontaneidade, da mecanização das ações, da petrificação da carne, da coisificação do homem, da sexualidade, das disputas infundadas, da banalização do jogo e da institucionalização dos sentidos que fala FORMAS DE BRINCAR. Não precisamos chegar aos filósofos [Huizinga, Baudrillard e Foucault] que norteiam o trabalho do grupo porque podemos passar, antes, pelos mitos gregos, romanos e cristãos, pelos textos sagrados, por Marquês de Sade e Rimbaud. As atrizes Luana Raiter, Sarah Ferreira e Paula Felitto levam os transeuntes à estupefação, ao espanto [Platão], ao prazer e ao estranhamento porque leem os espectadores pelo toque, pela provocação, pela brincadeira, pela ranhura na pele e pelo convite à análise [física e psíquica] das ações que o espetáculo desencadeia no ambiente, na paisagem e nos homens que vivem o trabalho FORMAS DE BRINCAR. É na órbita do desvio [nome de um dos espetáculos do grupo], do estranhamento, da surpresa, da ocupação/posse do ambiente, do deslocamento, da fratura [exposta] e da ação crítica que FORMAS DE BRINCAR se situa. Transita entre os conceitos de presença do ator [Richard Schechner] e o teatro in/visível [Augusto Boal]. É na formulação do discurso que a teia das ações do Erro Grupo reverbera. Entrar do jogo de alguns de seus espetáculos é navegar numa linha tênue entre real e o ficcional. É um teatro descontaminado de teatro, contudo teatralidade pura. É, também, um teatro de ironia refinada que ilumina sobre a luz [Diógenes].</p>
<p>II<br />
Três mulheres, em uma praça pública, vestidas com roupas que representam culturas distintas se apresentam; elas fazem uma espécie de exibição de suas crenças. Não se toleram. Ao término da exibição tiram suas roupas e entram numa luta corporal. Mas não é uma luta corporal qualquer porque se agridem a partir dos símbolos de suas raízes, se mutilam com/pelo símbolo. Após a cena de violência e de intolerância as três mulheres se dirigem ao público, de lápis nas mãos, e travam uma luta pela correção do corpo. Sim! O pedido é para que o público vá a alguma das atrizes-mulheres e risque a “parte mais feia da outra”. Há uma espécie de julgamento e sacrifício em público. Enquanto isso os atores Michel Marques e Juarez Nunes brincam o jogo popular das Cinco Marias. Contudo o jogo, que tem na sua origem o aspecto puramente lúdico, passa por uma disputa monetária que interfere intertextualmente nas ações das atrizes. Estas duas cenas nos oferecem material para inúmeras páginas. Mas o público é tomado pelos múltiplos jogos ofertados. As atrizes usam seus corpos e tomam de empréstimo vários corpos de espectadores que passam a fazer parte da cena, passam a atuar e saem da condição tradicional de passividade. Passam a atuar e, em alguns momentos, se tornam o centro da ação cênica. Mas FORMAS DE BRINCAR é tomado de uma ironia acerba e de um niilismo [Nietzsche] capazes de tatuar, para sempre, um desconforto na vida-rotina de quem vive e entra em suas perversidades brincantes. Numa sociedade em que tudo é mensurado pela matéria, pela posse, pelo poder, por títulos e categorizações FORMAS DE BRINCAR apresenta, ao final, uma votação pública com intuito de premiar a performance das atrizes. A vencedora receberá um troféu: a caveira de um gado. É na linguagem e na fala/mito [Barthes] que reside a força conceitual do trabalho do Erro Grupo. Temos que entrar na vida de FORMAS DE BRINCAR como se deve entrar na leitura do livro O Jogo da Amarelinha de Cortázar, isto é, olhar as multiplicação/fragmentação de todos os todos. Acompanho a trajetória do Erro Grupo desde de sua formação [2001] e posso assegurar que estamos diante de um grupo de experimentos radicais que colocam em questão não só a pasteurização social, mas o próprio teatro e sua prática. Há na estética do grupo uma minimização dos elementos tradicionais do teatro [dramaturgia, cenário, iluminação] e uma apropriação dos espaços urbanos: praças, prédios, ruas, casas etc. A cidade é envolvida organicamente na cena a ponto de toda ela se tornar o cenário e a ação teatral em si. Assim foi com ENFIM UM LIDER, ESCAPARATE, DESVIO e assim é agora com FORMAS DE BRINCAR. É no desvio do discurso das ações tradicionais, coisificadas e embrutecidas que a vida teatral [Peter Brook] do Erro Grupo, dirigido por Pedro Bennaton, formula sua rota de colisão, de enfrentamento e de desnudamento dos aspectos mais escrotos da falsa sanidade que nos cerca. É a linguagem e seus processamentos que moram no linguajar do Erro Grupo. Jean-Paul Sartre, em <em>Qu’est ce que la littérature</em> afirma que nenhuma arte pode ser atual se não buscasse o “brutal frescor do acontecimento, sua ambiguidade, sua imprevisibilidade [...] queremos agarrar nosso público pela garganta: seja cada personagem uma armadilha, seja o leitor apanhado nela e seja ele arremessado de uma consciência para outra como de um universo absoluto e irremediável para outro analogamente absoluto: fique ele incerto sobre a própria incerteza dos heróis…”. FORMAS DE BRINCAR é brutal, terno e capaz de incomodar até o mais obtuso dos homens.</p>
<p><em>Fonte <a href="http://revistaosiris.wordpress.com/2011/02/18/erro-grupo-e-a-invasao-pela-formulacao-de-desvios-de-discursos/" target="_blank">Revista Osíris</a></em></p>
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		<title>Video fundo &#8211; Buzkashi</title>
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		<pubDate>Sun, 20 Feb 2011 14:43:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>henriquepalazzo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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